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Exclusão Da Arte
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Exclusão Da Arte in Bloomington, MN
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Vivemos tanto no tempero polpudo do populismo democrático que mal sabemos o que significa escolher em relação a optar.Cumprimos todas as normas quanto possível e nos vemos mal. Sim, claro, perdemos a noção de criar meios diferentes, desviar das estruturas reificadas. Dar no pé do obvio vetusto e ululante da chantagem moral. Senão apertar este botão, veja o que vai fazer! Quem avisa, parece dizer: chantagista é.Grosseiro, mandão autoritário, uma entidade dirigente, em nada diligente, a passear com uma turba de escravizados pelo deserto dizendo o que se deve fazer para ser feliz, significa que ninguém quer pensar, realizar escolhas. Por quê? Porque simplesmente e perigoso tomar decisão, ter dignidade, caráter, valor pessoal, da mesma forma que se concebe e realiza uma obra de arte, devemos, ao menos, entre tantas opções ter a possibilidade, o trampolim ético de realizar escolhas. Não o fazemos porque sabemos antecipadamente, que a moralidade tirou ou pode ter tirado, ou vai tirar a água da piscina.O que sobrou foi esse buraco que se enche e se esvazia ao se encher de interesses, regras, normatividades, vantagens grupais, em feixes. Nada mais por isso que se diz tudo ser arte, tudo — uma coisa definida por estéticas finais aprovadas por um ‘marketing’, mercadando, catando respostas fiduciárias monetárias do que propriamente humanas em sentido restrito.
Vivemos tanto no tempero polpudo do populismo democrático que mal sabemos o que significa escolher em relação a optar.Cumprimos todas as normas quanto possível e nos vemos mal. Sim, claro, perdemos a noção de criar meios diferentes, desviar das estruturas reificadas. Dar no pé do obvio vetusto e ululante da chantagem moral. Senão apertar este botão, veja o que vai fazer! Quem avisa, parece dizer: chantagista é.Grosseiro, mandão autoritário, uma entidade dirigente, em nada diligente, a passear com uma turba de escravizados pelo deserto dizendo o que se deve fazer para ser feliz, significa que ninguém quer pensar, realizar escolhas. Por quê? Porque simplesmente e perigoso tomar decisão, ter dignidade, caráter, valor pessoal, da mesma forma que se concebe e realiza uma obra de arte, devemos, ao menos, entre tantas opções ter a possibilidade, o trampolim ético de realizar escolhas. Não o fazemos porque sabemos antecipadamente, que a moralidade tirou ou pode ter tirado, ou vai tirar a água da piscina.O que sobrou foi esse buraco que se enche e se esvazia ao se encher de interesses, regras, normatividades, vantagens grupais, em feixes. Nada mais por isso que se diz tudo ser arte, tudo — uma coisa definida por estéticas finais aprovadas por um ‘marketing’, mercadando, catando respostas fiduciárias monetárias do que propriamente humanas em sentido restrito.

















