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Banzeiro òkòtó: Uma viagem à Amazônia centro do mundo

Banzeiro òkòtó: Uma viagem à Amazônia centro do mundo in Bloomington, MN

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A partir da sua vivência pessoal na Amazónia e de uma inigualável atenção ao outro, Eliane Brum denuncia a devastação, reflete sobre o colapso climático e propõe uma nova língua para se escrever sobre tudo isto: uma língua forjada na floresta, fundada na ancestralidade e ancorada numa novíssima relação com o corpo e a memória. Fascinante e corajoso, eis um livro singular na sua forma literária.«Amazônia Centro do Mundo é uma ideia viva e, portanto, livre. A experiência de viver na - e com a - floresta mudou radicalmente meu corpo e a experiência de corpo. E esta sou apenas eu. Amazônia Centro do Mundo é movimento poderoso, é ideia que age.» Num tom literário inconfundível, Eliane Brum cruza narrativa pessoal e investigação jornalística, oferecendo-nos um livro de histórias da Amazónia: histórias de denúncia de atrocidades, da malha de ligações da natureza e seus povos, e do combate pela sobrevivência. Vivendo há anos nas margens do Rio Xingu, a escritora propõe «amazonizar-se»: mergulha na grande floresta tropical e tece relações com os seus seres humanos e mais-que-humanos. Narrativa de destruição e resistência, de corrupção e cicatrizes, mas também de encontro e transformação, este livro defende uma mudança matricial face ao colapso climático e ao magnetismo de forças políticas e económicas que antagonizam a Amazónia e tudo o que este organismo vivo representa. Ao deslocar para aqui o centro do mundo, Eliane Brum funda uma nova linguagem, para que esta narrativa possa ir ao encontro de si mesma —– do banzeiro, lugar onde o rio se transforma em vórtice assustador, ao òkòtó, palavra iorubá que designa uma concha de espiral infinita. Ao buscar respostas sem se esquivar às questões incómodas, este é um livro feroz e inquietante, terno e inesquecível.Os elogios da crítica: «Eliane Brum tem uma escrita poética e envolvente. Cria um coro polifónico de vozes e olhares, e investiga as coisas delicadas que tornam a vida possível.The New Yorker «Não é todos os dias que encontramos uma escritora como Eliane Brum, para quem escrever é mais uma ultrapassagem de fronteiras, uma transgressão existencial, do que um exercício virtuoso.»O Globo «Eliane Brum […] descreve a impressionante resistência dos povos da floresta a séculos de violência e extermínio e sustenta que é preciso escutar essas pessoas, antes chamadas de bárbaras, 'não por condescendência nem por compaixão, mas por derradeiro instinto de sobrevivência'.»Quatro cinco um «Na era do colapso climático, insiste Eliane Brum, o centro do mundo não é, por exemplo, Delfos ou Jerusalém, ou mesmo um dos nossos centros modernos de influência política: é, e deve ser, a Amazónia.»The New York Times «Mobilizador e comovente, como um rio caudaloso.»Booklist «Eliane Brum, cuja obra se caracteriza pela redefinição das palavras em oposição à 'linguagem patriarcal, masculina, binária e branca' que dominou a sociedade, estabelece uma inter-relação entre a selva e o corpo feminino, 'que o mundo permite que seja invadido, violado e abandonado'.»La Vanguardia «Ler Eliane Brum […] é ler bocados desarrumados de vida, incongruentes, 'ferozes', dotados de uma sensibilidade e de uma delicadeza sem par no mundo da escrita.»Cláudia Marques Santos, Observador «Um estilo singular, atento aos detalhes, inquieto com as injustiças e as desigualdades do mundo, mas generoso no modo de olhar os outros.»Ana Cristina Pereira, Público
A partir da sua vivência pessoal na Amazónia e de uma inigualável atenção ao outro, Eliane Brum denuncia a devastação, reflete sobre o colapso climático e propõe uma nova língua para se escrever sobre tudo isto: uma língua forjada na floresta, fundada na ancestralidade e ancorada numa novíssima relação com o corpo e a memória. Fascinante e corajoso, eis um livro singular na sua forma literária.«Amazônia Centro do Mundo é uma ideia viva e, portanto, livre. A experiência de viver na - e com a - floresta mudou radicalmente meu corpo e a experiência de corpo. E esta sou apenas eu. Amazônia Centro do Mundo é movimento poderoso, é ideia que age.» Num tom literário inconfundível, Eliane Brum cruza narrativa pessoal e investigação jornalística, oferecendo-nos um livro de histórias da Amazónia: histórias de denúncia de atrocidades, da malha de ligações da natureza e seus povos, e do combate pela sobrevivência. Vivendo há anos nas margens do Rio Xingu, a escritora propõe «amazonizar-se»: mergulha na grande floresta tropical e tece relações com os seus seres humanos e mais-que-humanos. Narrativa de destruição e resistência, de corrupção e cicatrizes, mas também de encontro e transformação, este livro defende uma mudança matricial face ao colapso climático e ao magnetismo de forças políticas e económicas que antagonizam a Amazónia e tudo o que este organismo vivo representa. Ao deslocar para aqui o centro do mundo, Eliane Brum funda uma nova linguagem, para que esta narrativa possa ir ao encontro de si mesma —– do banzeiro, lugar onde o rio se transforma em vórtice assustador, ao òkòtó, palavra iorubá que designa uma concha de espiral infinita. Ao buscar respostas sem se esquivar às questões incómodas, este é um livro feroz e inquietante, terno e inesquecível.Os elogios da crítica: «Eliane Brum tem uma escrita poética e envolvente. Cria um coro polifónico de vozes e olhares, e investiga as coisas delicadas que tornam a vida possível.The New Yorker «Não é todos os dias que encontramos uma escritora como Eliane Brum, para quem escrever é mais uma ultrapassagem de fronteiras, uma transgressão existencial, do que um exercício virtuoso.»O Globo «Eliane Brum […] descreve a impressionante resistência dos povos da floresta a séculos de violência e extermínio e sustenta que é preciso escutar essas pessoas, antes chamadas de bárbaras, 'não por condescendência nem por compaixão, mas por derradeiro instinto de sobrevivência'.»Quatro cinco um «Na era do colapso climático, insiste Eliane Brum, o centro do mundo não é, por exemplo, Delfos ou Jerusalém, ou mesmo um dos nossos centros modernos de influência política: é, e deve ser, a Amazónia.»The New York Times «Mobilizador e comovente, como um rio caudaloso.»Booklist «Eliane Brum, cuja obra se caracteriza pela redefinição das palavras em oposição à 'linguagem patriarcal, masculina, binária e branca' que dominou a sociedade, estabelece uma inter-relação entre a selva e o corpo feminino, 'que o mundo permite que seja invadido, violado e abandonado'.»La Vanguardia «Ler Eliane Brum […] é ler bocados desarrumados de vida, incongruentes, 'ferozes', dotados de uma sensibilidade e de uma delicadeza sem par no mundo da escrita.»Cláudia Marques Santos, Observador «Um estilo singular, atento aos detalhes, inquieto com as injustiças e as desigualdades do mundo, mas generoso no modo de olhar os outros.»Ana Cristina Pereira, Público

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